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Tinta Carvalha tinto 2019 Maçanita
Ref.
29,40 €
100% Tinta Carvalha. A Tinta Carvalha é uma casta do antigo encepamento do Alentejo,1/2 irmã do Castelão e do Moreto e filha do cruzamento das castas Sarigo x Alfrocheiro Preto.
Um 100% Tinta Carvalha, o único vinho 100% desta casta em Portugal. Um vinho desconcertante, que demonstra o papel desta casta no antigo do encepamento do Alentejo. Frescura e pureza.
Localizada no sopé sul da Serra d’Ossa, este lugar é especial, sente-se! Era aqui que antigamente se plantava a vinha, o local era conhecido como o Chão dos Eremitas, "Chão" termo antigo para zona plana, e dos “Eremitas” referente aos monges Eremitas da ordem de São Paulo.
Aqui existem provas da produção ininterrupta de vinho desde o séc. XIV, a vinha teve tal importância que uma Bula Papal em 1397 isenta os “Pauperes Eremitas” de pagar tributos (impostos) nas suas vinhas. Mas a arqueologia vai mais longe, pois a descoberta da única ânfora de vinho fenícia do interior do País, que data do séc. VIII a.C, liga este local ao vinho cerca de 900 anos antes da chegada dos Romanos, no que são 3,000 anos de história ligada ao vinho.
O enólogo António Maçanita faz uma vinificação com 30% cacho inteiro de 70% desengaçadas, na cuba. Fermentação espontânea e maceração de 40 dias em películas, seguido de estágio de 12 meses em cubas de inox.
Um tinto que mostra que o Alentejo pode ser outra coisa. 4395 garrafas numeradas que provam ser um tinto com boa acidez bom peixes gordos complexo e carnes de tacho. 


Disponível


100% Tinta Carvalha. A Tinta Carvalha é uma casta do antigo encepamento do Alentejo,1/2 irmã do Castelão e do Moreto e filha do cruzamento das castas Sarigo x Alfrocheiro Preto.
Um 100% Tinta Carvalha, o único vinho 100% desta casta em Portugal. Um vinho desconcertante, que demonstra o papel desta casta no antigo do encepamento do Alentejo. Frescura e pureza.
Localizada no sopé sul da Serra d’Ossa, este lugar é especial, sente-se! Era aqui que antigamente se plantava a vinha, o local era conhecido como o Chão dos Eremitas, "Chão" termo antigo para zona plana, e dos “Eremitas” referente aos monges Eremitas da ordem de São Paulo.
Aqui existem provas da produção ininterrupta de vinho desde o séc. XIV, a vinha teve tal importância que uma Bula Papal em 1397 isenta os “Pauperes Eremitas” de pagar tributos (impostos) nas suas vinhas. Mas a arqueologia vai mais longe, pois a descoberta da única ânfora de vinho fenícia do interior do País, que data do séc. VIII a.C, liga este local ao vinho cerca de 900 anos antes da chegada dos Romanos, no que são 3,000 anos de história ligada ao vinho.
O enólogo António Maçanita faz uma vinificação com 30% cacho inteiro de 70% desengaçadas, na cuba. Fermentação espontânea e maceração de 40 dias em películas, seguido de estágio de 12 meses em cubas de inox.
Um tinto que mostra que o Alentejo pode ser outra coisa. 4395 garrafas numeradas que provam ser um tinto com boa acidez bom peixes gordos complexo e carnes de tacho. 


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